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The Last of Us Part II Remastered: Vale a pena o modo Return

Analisamos a versão Remastered de TLOU II. Saiba se o upgrade gráfico justifica o preço e como o novo modo roguelike, No Return, transforma a experiência de combate no PS5.


The Last of Us Part II já era, tecnicamente, um dos jogos mais impressionantes da geração passada. Por isso, quando a Naughty Dog anunciou a versão Remastered para o PS5, a pergunta que todos fizeram foi: o que realmente mudou? A resposta reside menos nos gráficos e mais na inclusão de um modo que eleva o brutal sistema de combate do jogo a um nível viciante e imprevisível.

O grande valor desta reedição não está em refazer o que já era perfeito. O jogo base permanece a mesma obra-prima narrativa e polarizadora. As melhorias técnicas são, na verdade, incrementais: carregamentos praticamente instantâneos graças ao SSD do PS5, suporte ao 4K nativo e a integração das funções hápticas do controle DualSense, que adicionam imersão ao manuseio de armas e tensão ao feedback tátil. É um polimento, não uma revolução visual.

A Verdadeira Novidade: Modo No Return (Sem Volta)

O verdadeiro motivo para veteranos da saga voltarem para o apocalipse é o modo No Return (Sem Volta). Este é um modo roguelike que pega o combate visceral de TLOU Part II e o transforma numa experiência de sobrevivência frenética e de alta replayability.

A cada partida, você escolhe um personagem (incluindo rostos inéditos no gameplay como Joel, Tommy e Dina) e é lançado em uma série de encontros gerados aleatoriamente. O sucesso exige que você gerencie recursos, escolha upgrades e planeje suas lutas com perfeição. É um foco puro na mecânica de jogabilidade que muitos amaram no jogo base, mas sem o peso da narrativa. No Return é um campo de testes viciante que prolonga a vida útil do jogo de forma significativa.

Os Bastidores e as Cenas Perdidas

Para os fãs mais dedicados, o Remastered oferece um olhar inédito sobre o processo de criação. A inclusão dos Lost Levels (Níveis Perdidos) com comentários dos desenvolvedores é um presente para quem se interessa por game design.

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Fonte: The Last of Us Part II Remastered

Podemos explorar estágios que foram cortados, como uma caçada de javali, e entender por que certas decisões narrativas e de gameplay foram tomadas. Além disso, a adição do modo Guitar Free Play (Tocar Guitarra Livremente) permite que os jogadores mergulhem na bela trilha sonora do jogo de forma interativa. Essas adições são para o hardcore fã que deseja entender a fundo o universo TLOU.

Veredito Final: Para Quem é o Upgrade?

The Last of Us Part II Remastered é a versão definitiva de um clássico moderno. Para quem nunca jogou, esta é a forma obrigatória de experimentar o jogo.

Para quem já possui o título no PS4, a decisão se resume a uma pergunta simples: o quanto você valoriza o modo No Return? Se o seu foco é o gameplay puro, a profundidade do roguelike e a chance de jogar com Joel no combate Part II justificam plenamente o valor do upgrade cobrado pela Naughty Dog. É uma expansão de conteúdo embrulhada numa atualização técnica.

Qual a sua opinião sobre o modo No Return? A Naughty Dog acertou na novidade? Deixe seu comentário!

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