Review do Call of Duty: Black Ops 7 — Campanha
Review a fundo o Call of Duty: Black Ops 7, ambientado em 2035. Descubra a nova campanha focada em guerra cibernética, implantes táticos e o equilíbrio entre a tecnologia futurista e o gunplay clássico.
A franquia Black Ops sempre soube usar o futuro para explorar a moralidade sombria. Em 2035, a Guerra Secreta não é travada com códigos morais, mas com drones autônomos, implantes cibernéticos e o ciberespaço. Black Ops 7 usa esta ambientação futurista para mergulhar na paranoia de quem você realmente está controlando e em quem confiar.
Campanha: Onde o Humano Encontra a Máquina
A narrativa é o ponto alto, colocando o jogador como um agente de uma Força-Tarefa de elite que lida com ameaças de hackers globais e corporações militares privadas (PMCs).
- Ameaça Cibernética: O tema central é o “Ghosting”, um vírus que permite a hackers controlar sistemas tecnológicos avançados, incluindo seu próprio gear tático.
- Jogabilidade Aumentada: O novo sistema de Implantes Táticos permite que o jogador altere habilidades em tempo real (visão térmica avançada, dash rápido, etc.). Isso abre um leque de abordagens para cada missão, desde o combate direto até a furtividade total.
- Design de Missão: A campanha brilha nas missões de “Infiltração Total”, onde a tecnologia é sua maior vantagem e, ao mesmo tempo, sua maior vulnerabilidade. A missão no data center submerso na Malásia, que culmina em uma sequência de hack na primeira pessoa, é cinematográfica e inovadora.

Veredicto da Campanha: É uma história de cyber-thriller tensa e cheia de reviravoltas, explorando o quão tênue é a linha entre soldado e máquina em 2035.
Multiplayer: A Velocidade do Amanhã
O Multijogador tenta equilibrar a alta mobilidade futurista com o gunplay rápido e responsivo que é marca registrada de Call of Duty.
- Movimentação Aprimorada: O movement system é rápido, permitindo deslizes e wall-runs controlados. Embora rápido, ele se afasta do caos de BO3, mantendo o foco mais no posicionamento tático do que na acrobacia incessante.
- Armas e Gadgets de 2035: O arsenal é futurista, mas palpável. As armas de energia e railguns são poderosas, mas balanceadas por Time-to-Kill (TTK) que evita mortes instantâneas, premiando a precisão e o rastreamento do alvo.
- Mapas: O design dos mapas é vertical, mas inteligentemente segmentado para evitar sniping de longo alcance. Mapas como “New Cairo” (com múltiplas rotas de tirolesa) e “Arctic Data Grid” (focado em combate close-quarters) incentivam a movimentação e o uso dos implantes táticos.
- Modo Drones: Um novo modo focado em objetivos que envolve o controle e a destruição de drones de combate, adicionando uma camada estratégica ao multiplayer tradicional.
Veredicto do Elemento X
Call of Duty: Black Ops 7 consegue trazer a série para o futuro de forma coesa. A campanha usa a tecnologia de 2035 para contar uma história pessoal de traição, e o Multijogador, embora rápido, mantém a profundidade tática do gunplay no seu núcleo. É um pacote completo que prova que a série Black Ops ainda sabe se reinventar.
Nota Final: 8.8/10
Você acha que a série Black Ops deveria permanecer no futuro, focando em cyber-guerra, ou deveria retornar definitivamente para o período da Guerra Fria? Deixe sua opinião aqui!
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