A Niantic removeu oficialmente um PokéStop localizado na polêmica ilha de Little Saint James. Entenda como o ponto foi parar lá e a política de segurança da empresa.
Em uma movimentação que gerou discussões intensas na comunidade de realidade aumentada, a Niantic confirmou a remoção de um PokéStop que estava localizado na ilha de Little Saint James, conhecida mundialmente como a “Ilha de Epstein”. O local, que foi o centro de investigações criminais de alto impacto, ainda possuía um ponto de interesse ativo dentro do jogo Pokémon GO, o que era considerado por muitos como uma falha grave de curadoria.
O PokéStop em questão estava associado a uma estrutura descrita como um “quadrante solar abandonado” na ilha. Como o sistema de criação de pontos de interesse da Niantic (o Wayfarer) baseia-se fortemente em sugestões de jogadores, muitos desses locais acabam sendo aprovados sem uma verificação profunda do contexto geopolítico ou histórico da propriedade privada em questão.
Segurança e Sensibilidade na Realidade Aumentada
A remoção não é apenas uma questão de logística, mas de ética. A Niantic possui diretrizes rígidas que proíbem pontos de interesse em propriedades privadas residenciais ou locais que possam causar desconforto ou promover atividades inadequadas. Manter um PokéStop em um local com o histórico de Little Saint James ia contra a imagem familiar que a marca Pokémon e a própria desenvolvedora buscam projetar.

Além disso, a presença de jogadores ou o incentivo para que alguém tentasse se aproximar da ilha para “girar o stop” representava um risco de invasão de propriedade e segurança, visto que a ilha continua sob vigilância e monitoramento legal após os eventos que levaram ao fechamento das propriedades.
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Como Surgem Esses Pontos Inadequados?
O caso levanta um debate sobre como a inteligência artificial e a moderação humana lidam com milhões de pontos globais. Muitos PokéStops foram herdados do jogo anterior da Niantic, o Ingress, onde as regras de submissão eram mais flexíveis. Ao longo dos anos, a empresa tem feito uma “limpeza” constante, removendo paradas em cemitérios, hospitais e agora em locais com histórico criminal pesado.
A Niantic reforçou que os jogadores podem e devem denunciar locais que considerem inapropriados através do portal de suporte. A rapidez na remoção deste ponto específico mostra que, em 2026, a tolerância para esse tipo de “easter egg” indesejado é zero.
CONTEÚDO EXCLUSIVO PARA VOCÊ:
Tabela: Categorias de Remoção de PokéStops pela Niantic
| Motivo da Remoção | Descrição | Exemplo |
| Propriedade Privada | Residências ou locais de acesso restrito | Casas de luxo e fazendas |
| Inapropriado/Sensível | Locais de tragédias ou contexto negativo | Locais de crimes ou desastres |
| Segurança | Locais que oferecem risco físico ao jogador | Beiras de estradas sem calçada |
| Inexistente | Estruturas que foram demolidas ou removidas | Estátuas ou grafites apagados |
O Futuro do Mapeamento Virtual
O incidente serve como um lembrete para as empresas de jogos geolocalizados de que o mapa digital é um reflexo do mundo real. Se você encontrar algum ponto que viole as regras de convivência ou que esteja em um local perigoso, você pode aprender como realizar uma denúncia formal e entender os critérios de curadoria diretamente no portal de suporte e segurança da Niantic.
Conclusão: O Limite entre o Jogo e a Realidade
Pokémon GO é sobre exploração e comunidade, mas essa exploração deve ser segura e respeitosa. A remoção do PokéStop na ilha de Little Saint James é uma vitória para a sensibilidade da plataforma e um passo necessário para garantir que o jogo permaneça focado na diversão e não em polêmicas criminais do mundo real.
Você já encontrou algum PokéStop em um lugar bizarro ou perigoso? Acha que a Niantic deveria ser mais rigorosa com as aprovações automáticas? Deixe seu comentário abaixo!












