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Dragon Ball Z: Kakarot – O Game Definitivo ou Inflado?

Dragon Ball Z: Kakarot promete contar a história completa de Goku. Mas será que o mundo aberto e as mecânicas de RPG sustentam a aventura em 2026? Confira nossa análise.

Para os fãs que cresceram assistindo à saga de Goku na TV, Dragon Ball Z: Kakarot vende um sonho: a chance de viver, passo a passo, toda a história do anime, desde a chegada dos Saiyajins até a batalha final contra Majin Boo. Em 2026, o jogo ainda é considerado por muitos como a “enciclopédia interativa” da franquia. No entanto, por trás do visual deslumbrante e das cenas clássicas, esconde-se um RPG que divide opiniões.

Analisamos se a tentativa da Bandai Namco de transformar lutas frenéticas em um RPG de ação realmente funciona ou se o jogo se apoia demais no fator saudade.

1. Uma Carta de Amor aos Fãs (Com Ressalvas)

O ponto mais alto de Kakarot é, sem dúvida, a fidelidade narrativa. Diferente de jogos de luta tradicionais que resumem a trama, aqui você joga os momentos chave, explora o mundo e interage com personagens secundários. As cutscenes principais — como a transformação de Gohan em Super Saiyajin 2 — são recriadas com uma qualidade de animação que supera, e muito, o anime original.

Por outro lado, o jogo sofre com uma estrutura de mundo aberto que, por vezes, parece vazia. Voar pelo mapa é incrível, mas as atividades secundárias (como pescar, dirigir e cozinhar) muitas vezes parecem estar lá apenas para “encher linguiça” e justificar o gênero RPG.

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2. Tabela: O Que Funciona vs. O Que Cansa

AspectoPonto FortePonto Fraco
HistóriaCobre todas as sagas Z com detalhes incríveis.Excesso de diálogos estáticos em missões menores.
CombateSimples, acessível e visualmente explosivo.Pode se tornar repetitivo pela falta de profundidade técnica.
RPGSistema de Comunidade e Soul Emblems divertido.Missões secundárias (fetch quests) sem inspiração.
VisualCenas cinematográficas de cair o queixo.Cenários do mundo aberto com texturas às vezes simples.

3. O Problema do “Conteúdo Filler”

Uma crítica recorrente é a presença artificial de bloqueios de progresso. O jogo obriga o jogador a realizar tarefas mundanas ou coletar orbes coloridos pelo mapa para liberar habilidades, o que quebra o ritmo da narrativa urgente de salvar a Terra. Além disso, algumas cenas icônicas sofreram cortes ou censuras inexplicáveis, o que pode frustrar os puristas que esperavam ver cada detalhe sangrento ou piada clássica da obra original.

Dragon-Ball-Z-Kakarot Dragon Ball Z: Kakarot - O Game Definitivo ou Inflado?
Reprodução: Dragon Ball Z: Kakarot

Apesar disso, para quem busca imersão, não há nada no mercado que chegue perto da sensação de ser um Guerreiro Z.

Para ver mais sobre as DLCs e o conteúdo adicional que expande a história para o arco Super, visite o site oficial da Bandai Namco.

Conclusão: Essencial para Fãs, Dispensável para Outros?

Dragon Ball Z: Kakarot é um jogo nota 8 que brilha intensamente quando foca no que importa: as grandes batalhas e o drama dos personagens. Se você é fã, os defeitos de ritmo são perdoáveis diante da nostalgia. Se você não tem apego emocional a Goku e seus amigos, as mecânicas de RPG rasas podem não justificar as dezenas de horas de campanha.

E você, prefere reviver a história de DBZ através desse RPG ou acha que os jogos de luta como FighterZ capturam melhor a essência do combate? Comente abaixo!

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