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Final Fantasy VII Rebirth – Review completa

Final Fantasy VII Rebirth eleva o padrão dos remakes. Confira nossa análise sobre o mundo aberto, o sistema de combate e por que este é um forte candidato a Jogo do Ano.

Se existia alguma dúvida sobre a capacidade da Square Enix em expandir o universo de um dos jogos mais icônicos da história, Final Fantasy VII Rebirth as dissipa logo nas primeiras horas. O título não é apenas uma continuação do projeto de remake; é uma aula de como utilizar a tecnologia atual para dar vida, profundidade e escala a memórias de quase três décadas.

1. Um Mundo Aberto Denso e Vibrante

A maior evolução em relação ao capítulo anterior é, sem dúvida, a liberdade. O mundo de Rebirth é massivo, mas evita a armadilha de ser um “vazio contemplativo”. A densidade de vegetação, a vida nas cidades e a verticalidade dos cenários impressionam. Cada bioma visitado — das planícies verdejantes de Grasslands aos cânions de Cosmo Canyon — parece um ecossistema próprio, com fauna e flora únicas.

A exploração foi refinada com a inclusão de diferentes tipos de Chocobos, cada um com habilidades específicas para navegar pelo terreno (como escalar paredes ou planar). Isso transforma a travessia em um mini-quebra-cabeça constante, onde o jogador é recompensado por sua curiosidade com itens, matérias raras e novas histórias secundárias.

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2. Tabela: O Equilíbrio entre Moderno e Clássico

ElementoAnálise da Experiência
CombateHíbrido perfeito entre ação frenética e estratégia de turnos.
VisualCutscenes cinematográficas com transições suaves para o gameplay.
ConteúdoCampanha principal de 40h-50h, podendo dobrar com atividades extras.
PerformanceExtremamente sólido no modo fidelidade (30fps); modo desempenho busca melhorias.
MinigamesQueen’s Blood (jogo de cartas) é um vício à parte com história própria.

3. Personagens: A Alma do Projeto

Onde Rebirth realmente brilha é no desenvolvimento do seu elenco. O sistema de Sinergia no combate não é apenas uma mecânica de gameplay; ele reflete o laço de amizade entre o grupo. Ver Cloud, Tifa, Aerith e Barrett interagindo em missões secundárias humaniza os heróis de uma forma que o original de 1997 não conseguia por limitações técnicas.

Final-Fantasy-VII-Rebirth Final Fantasy VII Rebirth - Review completa
Reprodução: Final Fantasy VII Rebirth

As expressões faciais nas cenas de corte transmitem nuances emocionais que elevam o peso da narrativa. Destaque especial para a inclusão de Yuffie no grupo principal e a presença imponente de Sephiroth, que continua sendo um dos vilões mais aterrorizantes e carismáticos da indústria, agora com uma presença muito mais tátil e constante.

Conclusão: Um Novo Padrão para a Indústria

Final Fantasy VII Rebirth é um jogo nota 10 no sentido de superação. Ele pega uma fórmula que já era boa e a expande em todas as direções imagináveis. É um título polido, livre de bugs significativos e transbordando amor pelo material original. Se você possui um PlayStation 5, este é um investimento obrigatório que define o que um jogo “Triple A” deve ser em 2026.

Para mais detalhes sobre as edições e atualizações, confira o site oficial da Square Enix.

E para você, qual o momento mais marcante da jornada de Cloud e seus amigos até agora? O novo sistema de mundo aberto superou suas expectativas? Deixe seu comentário!

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